terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Amizade






Você já parou para pensar sobre o valor da amizade?
Às vezes nos encontramos preocupados, ansiosos, em volta há situações complicadas, nos sentindo meio que perdidos, mas somente o fato de conversarmos com um amigo, desabafando o que nos está no íntimo, já nos sentimos melhor, mesmo que as coisas permaneçam inalteradas.
Quantas vezes são os amigos que nos fazem sorrir quando tínhamos vontade de chorar, mas a sua simples presença nos traz de volta o brilho da vida.
A simplicidade das brincadeiras pueris, a conversa informal naqueles momentos de descontração, uma conversa rápida ao telefone, no vai e vem do dia ou da noite, no bate -papo pela Internet, no ambiente do trabalho ou da escola, enfim, em qualquer lugar a qualquer hora.
Entretanto, não existe só alegria, amor, felicidade nesta relação, ela é como qualquer outro relacionamento, passa por crises passageiras, por momentos intempestivos, abalos ocasionais.
Ainda que tenhamos muito carinho pelo amigo em questão, às vezes por insegurança, por ciúmes, por estarmos emocionalmente alterados ou nos sentindo pressionados, acabamos sendo injustos com ele e isso pode ser recíproco.
Podemos comparar esse elo de amizade como o “tempo” que passa por alterações climáticas constantemente, mas é dessa forma que aprendemos a nos conhecer, compartilhar momentos e que se desenvolve uma amizade.
Diante do amigo somos nós mesmos, deixamos vir à tona nossos pensamentos a respeito das coisas, da vida, nos mostramos como verdadeiramente somos.
Há amigos que nos ensinam muito, nos fazem enxergar situações que às vezes não percebemos o seu real sentido, compartilham a suas experiência conosco, nos falam usando da verdade que buscamos encontrar.
São eles também que nos chamam a razão, chamando a nossa atenção quando agimos de modo contraditório, que nos dizem coisas que não queremos ouvir, aceitar ou compreender, são eles que são capazes nos fazer enxergar nossos defeitos se espelhando nos defeitos dele.
Ao longo de nossa vida muitos amigos passam por ela e nos deixam saudades, mas também deixam a recordação de tudo que foi vivido. É na amizade verdadeira que encontramos a sinceridade, lealdade, afinidade, cumplicidade, simplicidade, fraternidade.
Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar conosco ao longo da nossa jornada !!!

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

CORRER RISCOS



Rir é correr o risco de parecer tolo.
Chorar é correr o  risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.


Somente a pessoa que corre riscos é livre!

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O que é amar?

Amar é suportar. É pensar que seus filhos terão aqueles defeitos e achar OK. É saber que você estava certo desde o começo, mas conseguir segurar o “eu não disse?”, que coça na garganta. Amar é tampar a pasta de dente todo santo dia e resignar-se; é repetir cem vezes que você não gosta de orégano; e tocar a campainha sem raiva quando a chave está (mais uma vez) lhe impedindo de abrir a porta. Amar é juntar um punhado de perrengues, com pitadas de mau humor e um bom tanto de chatice e achar que, mesmo assim, vale a pena! 
 Enfim, amar é doar-se!
=)

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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Andar de mãos dadas...

"Andar de mãos dadas é o máximo da confiança que pode haver entre um homem e uma mulher – você não pega na mão de qualquer uma por aí. O relacionamento amoroso passa por etapas e gradações: primeiro, você a conhece; em seguida, conversam, falam sobre si próprios e suas percepções de mundo; se houver identificação e vontade, nascerá um beijo; com maior ou menor velocidade, dependendo do casal, e não necessariamente nesta ordem, sexo, compromisso, namoro. E só depois, se a coisa estiver muito, mas muito boa, dá para ousar andar de mãos dadas por aí."


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As pequenas coisas doem mais...

Texto tirado do blog Casal Sem Vergonha

Depois de anos, a gota d’água. E a separação chegou por causa daquela maldita mania dele de mastigar numa altura ensurdecedora. Ou quem sabe pelo irritante costume dela de chamar de baranga qualquer uma das amigas dele (com foco nas loiras altas). Talvez a falta de espaço para o novo ou um copo sujo descansando na pia durante dias podem também ter dado o tiro de misericórdia na relação.
Cada um para o seu lado e com a teoria batida de que “não foi culpa de ninguém”.  Oras, se a  culpa foi das pequenas coisas, é a falta delas que vai chicotear suas costas nas primeiras 24 horas de solteirice. Depois de uns dias, elas apenas estapeiam a sua cara.
As coisas pequenas são as que mais machucam quando um relacionamento chega ao fim por esgotamento de possibilidades. Mesmo que você não suportasse aquelas botinas desgraçadamente feias que ele insistia em usar, são elas que você, sozinha, vai abraçar aos prantos com uma saudade desconhecida até então.
Aquele batom Snob dela, que você dizia ser maquiagem de palhaço, vai olhar pra você com sarcasmo, projetando numa tela imaginária todos os sorrisos da sua ex naquela época em que eram felizes. E aí você chora igual criança, enquanto seu irracional deseja ardentemente aquela boca lilás novamente entre seus lábios.

O caminho pra casa dele que você percorreu durante tanto tempo, a senha do cartão de crédito dela, o dedo torto no pé, a gargalhada quando você contava as piadas mais horríveis do universo.  A buzina, o cheiro, o livro, as migalhas que sobraram espetam cada célula sua sem dó nenhuma, tentando fazer você entender que [suspiro] acabou mesmo.
A falta da outra pessoa às vezes não é tão grande quanto o vazio deixado por essas coisinhas. Nas primeiras horas depois do adeus, é insuportável o desespero causado pela falta dos minúsculos pedaços da vida alheia. Mas a decisão foi tomada. Anos de relacionamento se definem agora em lembranças insignificantes para o resto do mundo.
E é engraçado como os amigos têm um discurso default pra nos consolar nessas horas: “Você vai esquecer”.  Os outros ficam doidos pra arrancar da gente essas coisas pequenas que machucam como se fossem imensas.  Como se aquelas botinas horrorosas não tivessem seu fundinho de beleza. Como se elas não tivessem ajudado a construir o que somos hoje.


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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O encontro com o AMOR!

"Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.



Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.
Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR"O sorriso é a manifestação dos lábios, quando os olhos encontram o que o coração procura



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